Conheci Notre-Dame de Paris lendo o romance de Victor Hugo na pré-adolescência no seminário redentorista de Campina Grande. A emoção se repetiu no filme original com Charles Laughton e no desenho de Walt Disney. Depois, me emocionei todas as vezes em que visitei a igreja no centro da cidade mais bonita do mundo. A última vez que visitei Quasímodo, o corcunda, foi de longe, do outro lado do Sena, na Livraria Shakespeare and Company com Isabel e, ao ver pela primeira vez na vida a primeira edição de Ulysses, de Joyce, no local onde foi impressa e lançada, sentados no jardim de frente para sua magnificência, ainda não sabíamos que seria a última vez, antes de ela ser destruída pelo fogo. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da terça-feira 16 de abril de 2019.
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