Comentário no Estadão no Ar (segundo tempo): voo sob suspeita

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Impedir que o avião que caiu em Medellín, nos Andes colombianos, com a delegação da Chapecoense, decolasse de São Paulo foi a atitude mais correta que a Anac poderia adotar. Afinal, uma aeronave que o Reino Unido não fabrica mais, com prefixo boliviano e pertencente a empresa com negócios obscuros na Venezuela, não deve mesmo ficar ao largo de uma investigação séria. Isso fica sob dúvida, pois, não sendo brasileira nem colombiana, não será submetida às leis do país de origem nem do de destino quando lhe forem cobradas responsabilidades perante a lei. Como as investigações de praxe depois de acidentes estão sob dúvida, fica difícil saber até o que faz a Comebol forçar os fretes de seus voos.

(Comentário no Estadão no Ar (segundo tempo) da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 30 de novembro de 2016, às 9h10m)

Para ouvir clique no link abaixo e, aberto o site da emissora, 2 vezes no play sob o anúncio em azul

http://radio.estadao.com.br/audios/detalhe/radio-estadao,queda-do-aviao-que-transportava-a-delgacao-da-chapecoense-e-tema-da-coluna-direto-ao-assunto,669740

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão clique no link abaixo:

http://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/a-lei-da-vinganca/

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José Nêumanne Pinto

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