Comentário no Estadão no Ar: Há algo podre e algo são

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Os sinais positivos que começam a aparecer na economia elevam o otimismo, ainda que cauteloso, dentro do governo para o ano. A expectativa da equipe econômica é de que, ao final do último trimestre, o Brasil esteja crescendo a um ritmo de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2016. No entanto, o chefe do governo tem índice de popularidade de 10.3%, muito próximo do obtido por sua antecessora, Dilma Rousseff, pouco antes de ser deposta por impeachment. Não é que economia e política estejam dissociadas. Uma continua influindo muito na outra. É que, no caso de Temer,  a banda podre da política tem anulado os bons efeitos percebidos na economia. Para reverter essa expectativa e fazer a economia em processo de saneamento prevaleça, ele terá de se livrar das péssimas companhias no governo.

Abraçar Lobão não faz bem à imagem de Moraes Foto: Marcelo Camargo|Agência Brasil
Abraçar Lobão não faz bem à imagem de Moraes Foto: Marcelo Camargo|Agência Brasil

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na segunda-feira 20 de fevereiro de 2017, às 7h15m)

Para ouvir clique no link abaixo e, aberto o site da emissora, 2 vezes no play sob o anúncio em azul

http://radio.estadao.com.br/audios/detalhe/radio-estadao,direto-ao-assunto-retomada-da-economia,703900

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Politica, Estadão, clique no link abaixo:

http://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/a-podre-e-a-sadia/

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José Nêumanne Pinto

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